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Alagoanos vão às ruas protestar contra o governo Téo Vilela

19/04/2013

Milhares de pessoas tomaram as ruas do Centro de Maceió na quinta-feira (18) para protestar contra o descaso do governo do Estado com as políticas públicas.

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Milhares de pessoas tomaram as ruas do Centro de Maceió, em direção do Palácio República dos Palmares, na manhã da quinta-feira (18), para protestar contra a falta de políticas públicas e de investimentos por parte do governo Teotonio Vilela Filho. O ato faz parte da Jornada de Lutas em Defesa de Alagoas, promovido pela Central Única dos Trabalhadores em Alagoas (CUT), sindicatos filiados e movimentos sociais, e tem o objetivo de mobilizar e chamar a atenção da sociedade para a situação precária em que se encontra o Estado.

A presidenta CUT-AL, Amélia Fernandes, afirmou, durante o ato, que a insatisfação da sociedade é geral e criticou a falta de diálogo do governo para com as categorias. “Estamos tentando, desde o ano passado, formar uma mesa de negociação com o governo e, até agora, não obtivemos resposta. Chegou a hora de irmos às ruas porque a população é quem está sofrendo coma falta de políticas públicas que garantam qualidade de vida às pessoas”, afirmou Amélia.

Representantes da Comissão Pastoral da Terra (CPT), do Movimento Sem Terra (MST), Movimento Terra e Liberdade (MTL) e do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), que estavam acampados em Maceió desde quarta-feira, também compareceram ao ato público e criticaram a postura do governo em relação do homem do campo, que vem sofrendo com a estiagem prolongada.

Em clima de protesto, a população levou às ruas, durante o ato, bonecos que representavam o governador Teotonio Vilela e alguns secretários de Estado, como Adriano Soares (Educação), Defesa Social (Dário Cesar) e Jorge Villas Bôas (Saúde), áreas em que, segundo os manifestantes, a falta de investimentos tem feito a população sofrer desde 2006.

Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), Maria Consuelo, o comparecimento da sociedade civil ao ato comprova que os alagoanos estão indignados com a inoperância do Governo do Estado. “As políticas públicas prioritárias não têm sido implementadas e a população atendeu ao nosso chamado. Não dá mais para ficar de braços cruzados e silenciar. Chegou a hora de a sociedade alagoana reagir”, destacou Maria Consuelo.

O grande ato público de denúncia reivindicação agregou diversas entidades de luta, envolvendo sindicatos, associações, movimentos de luta do campo e da cidade, entidades culturais. A mobilização trouxe a Maceió lideranças sindicais de vários estados brasileiros – a exemplo de São PauloBrasíliaPernambucoRio Grande do NorteBahia (Camaçari e Campo Formoso)Minas Gerais e Paraná -, representando entidades como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Central Única dos Trabalhadores (Executiva Nacional),Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), sindicatos de trabalhadores em educação, entre outras.

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